Cinema, arte e geografia: a cidade-personagem no filme Medianeras

Autores/as

  • Marcos Ferreira Doutorando em Geografia pelo Programa de Pós-Graduação em Geografia (ProPGeo) da Universidade Estadual do Ceará (UECE), bolsista CAPES e integrante do Laboratório de Estudos em Geografia Cultural (LEGEC)
  • Otávio Costa Professor Adjunto da Universidade Estadual do Ceará (UECE) e coordenador do Laboratório de Estudos em Geografia Cultural (LEGEC)

Palabras clave:

cidade-personagem, geografia, cinema, arte

Resumen

O cinema, enquanto prática artística, é simultaneamente produto e agente produtor do imaginário urbano, é capaz de projetar expressões espaciais de lugares até então já existentes ou mesmo recriar novas experiências urbanas completamente singulares. A cidade enquanto personagem torna-se, então, uma fábrica de sentidos e ilusões capaz de expressar infinitos significados sobre a trama e as personagens. Partimos da transdisciplinaridade enquanto perspectiva metodológica para questionar o ato do fazer científico robusto e inflexível da modernidade. A cidade-personagem se expressa através das demais personagens que compõem a trama, seja pelos diálogos ou pelas situações dramáticas, mas a priori, pela sua própria capacidade de se expressar a partir do outro. 

Descargas

Publicado

12/15/2020

Cómo citar

Ferreira, M., & Costa, O. (2020). Cinema, arte e geografia: a cidade-personagem no filme Medianeras. Posición. Revista Del Instituto De Investigaciones Geográficas, (4), 1–12. Recuperado a partir de https://posicion-inigeo.unlu.edu.ar/posicion/article/view/115

Número

Sección

Dossier

Artículos similares

1 2 > >> 

También puede {advancedSearchLink} para este artículo.